terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Sobrevivi

Dezembro está acabando e consegui fazer tudo que precisava para finalizar 2009. Montei árvore, comprei presentes, passei o Natal com a família e agora estou me preparando para viajar pois estou de férias.
Volto com as energias renovadas na segunda quinzena de janeiro.

Boas vibrações na chegada de 2010 para todos!

domingo, 20 de dezembro de 2009

Dois pesos...


Piracicaba tem um Plano Diretor de Desenvolvimento Sustentável, aprovado em 2006, conforme preconizava o Ministério das Cidades. Segundo o site do Ipplap (Instiuto de Pesquisas e Planejamento de Piracicaba),"a expansão desordenada das últimas décadas gerou toda sorte de problemas, tais como a falta de infra-estrutura (habitação, saneamento, transportes, equipamentos sociais) e o comprometimento de nossos recursos naturais, dentre os quais as agressões aos recursos hídricos em geral e à bacia do rio Piracicaba em particular são, talvez, os principais exemplos. Nessas condições, reordenar o crescimento da cidade e planejar são ferramentas que não podem ser desprezadas. Desenvolvimento com qualidade de vida para a atual e as futuras gerações, portanto, é uma exigência que não pode ser ignorada.
Por tudo isso, as propostas apresentadas passaram pelo crivo da sociedade civil. Os instrumentos propostos são avanços extraordinários, reconhecidos pela Constituição Federal, pela Lei Orgânica do Município e pelo Estatuto da Cidade. São princípios do Estatuto da Cidade: autonomia para o município legislar sobre seu território; o direito à cidade para todos; o exercício da função social da cidade e da propriedade; o combate à especulação imobiliária; a democratização da gestão da cidade."
Na atual realidade piracicabana esse texto parece saído de um livro de ficção!
Como repórter de um jornal local acompanhei a maioria das audiências públicas, as discussões na Câmara de Vereadores, fiz entrevistas com especialistas e depois do plano aprovado imaginei que a cidade seria melhor planejada e pensada.
E o que vemos agora? A explosão imobiliária de condomínios de luxo e classe média em locais sem a mínima infra-estrutura. Onde estão os vetores de crescimento e a ocupação dos vazios urbanos?
A cidade está crescendo para locais que não comportam tanta gente e próximos a recursos naturais que precisam ser preservados. As zonas de adensamento prioritárias passam longe de bairros como o Santa Rosa, o Jupiá e o Taquaral, que vão abrigar os condomínios mais recentes.
Até quando o interesse econômico de poucos vai se sobrepor à necessidade de organização e planejamento de uma cidade? Está na hora de deixarmos o sistema feudal de lado!

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Sobrevivendo a dezembro

Eu sempre adorei o Natal, a casa enfeitada e a reunião com a família. Quando eu era criança minha avó paterna passava o ano enchendo um saco vermelho enorme de presentinhos para os seis netos. Era uma delícia ganhar todos aqueles presentes.
Esse ano ainda nem consegui montar a árvore, mas tenho fé que até dia 24 ela estará pronta. Preciso ia aos Correios adotar duas cartinhas como combinei com o Enrico, que alías faz 9 anos essa semana e ainda preciso encomendar um bolinho para comemorar.
Vou sair de férias em janeiro, o que no meu calendário significa trabalho dobrado em dezembro!
Comprei apenas parte dos presentes de Natal e passei a semana passada ajudando minha mãe a cuidar do meu sobrinho de 5 meses.
Consegui visitar um casal de amigos queridos, ir na festa de final de ano da "firma"e jantar na casa de outro casal tão querido quanto o anterior. Já ganhei presente adiantado do namorado e de amigos!
Passei um mês de molho por causa de uma distensão na coxa direita e estou voltando aos poucos à academia.
Meu filho entra de férias hoje e não sei o que inventar para entreter um moleque da idade dele enquanto tenho de trabalhar.
Não vejo a hora que chegue dia 31 de dezembro, quando estarei numa pousada no meio do mato escutando o barulho das cachoeiras!
Que venha 2010!!

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Tecnologia do abraço

Recebi esse texto por e-mail da amiga Adriana Ferezim e achei muito lindo. Está em caipirês, quem tiver dificuldade de entender me pergunta que eu traduzo!

O matuto falava tão calmamente, que parecia medir, analisar e meditar sobre cada palavra que dizia...

- É... das invenção dos hómi, a que mais tem sintido é o abraço.
O abraço num tem jeito dum só apruveitá! Tudo quanto é gente, no abraço, participa duma beradinha...
O abraço é mió qui quarquer raiz ou ramo qui o Raizêro possa cunhecê...
- Condi ocê ta danado de sordade, o abraço de arguém ti alivia...
- Condi ocê ta danado de rarva, vem um, te abraça e ocê fica até sem graça de continuá cum rarva...
- Si ocê ta filiz e abraça arguém, esse arguém pega um poquim de sua alegria...
- Si arguém ta duenti, condi ocê abraça ele, ele começa a miorá... I ocê miora junto tomém...
Muita gente importante e letrado já tentô dá um jeito de sabê pruquê quié qui o abraço tem tanta tequolonogia... Mas ninguém inda discubriu... Mas iêu sei... Foi um isprito bão de Deus qui mi contô...
Iêu vinha andano... pensano na vida, condirrepênti vi um tatuzim pertim do mato... Vi ele cum esses mermo zói qui a terra um dia há de cumê...I ele falô cumigo... Falô com a fala quié a merma fala qui ocês cunhece iquiêu tô falano pruceis agora.
Iêu vô contá pruceis uqui foi qui ele mi falô:
O abraço é bão prucausa do Coração...
Condi ocê abraça arguém, fais massage no coração!...
I o coração do ôtro é massagiado tomém! Mas num é só isso, não...
Aqui ta a chave do maior segredo de tudo:
É qui, condi abraçamo arguém, nóis fiquemo tudo é com dois coração no peito!...
INTONCE... UM ABRAÇU PROCÊ QUI É MEU AMIGU !!!!

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Dica de presente de Natal

Não sabe o que dar de presente de Natal para suas amigas e familiares, clique aqui e veja colares lindos feitos por uma amiga querida. Vale a pena, eu já comprei três, um pra mim e dois para presentear.

Vamos todas passar as festas de Dona Flor e vem novidade por aí para o Reveillon. Está dada a dica!

sábado, 28 de novembro de 2009

FIB

Ouvi bastante ultimamente sobre Felicidade Interna Bruta - FIB, termo criado pelo rei do Butão em contaponto ao Produto Interno Bruto - PIB, para medir o grau de satisfação de seus habitantes.
Nessa época de final de ano fica mais latente pensar no ser, sentir e saber em detrimento do ter e poder e seria incrível se medíssemos nosso sucesso pelo número de amigos, abraço, beijos e sorrisos que recebemos e não pelo tamanho de nossa conta bancária e carro que dirigimos.
Às vezes sou um pouco otimista demais, mas não consigo deixar de pensar num mundo feito de seres humanos melhores e mais simples.
É muita Felicidade Interna Bruta que desejo a todos no Natal, em 2101 e em todos os anos seguintes.

FIB - O conceito de Felicidade Interna Bruta nasceu em 1972, em um pequeno país do Himalaia, quando o rei questionou se o Produto Interno Bruto seria o melhor índice para designar o desenvolvimento de uma nação.
Desde então, o reino do Butão começou a praticar esse conceito e atrair a atenção do resto do mundo com a sua nova fórmula para o cálculo de riqueza de um país, que considera outros aspectos além do desenvolvimento econômico, como a conservação do meio ambiente e a qualidade de vida das pessoas.
Através dos quatro pilares da FIB, economia, cultura, meio ambiente e boa governança, derivam-se 9 domínios de onde são extraídos indicadores para que a “Felicidade” de uma nação seja avaliada: bem-estar psicológico, meio ambiente, saúde, educação, padrão de vida, uso do tempo, vitalidade comunitária e boa governança.

Em tempo: se quiser testar seu FIB clique aqui

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Choque de gerações

Hoje, fuçando na casa da minha mãe achei meu walkman vermelho, que me acompanhou adolescência afora. Quando meu filho viu fez uma cara de ué? que eu morri de rir. Eu disse pra ele que aquilo era um mp3 jurássico!
Têm tanta coisa que era corriqueira pra gente e as crianças nem fazem ideia do que se trata, já tive experiências parecidas com o Enrico com fita k7, disco de vinil, máquina fotográfica de filme, pager e tantas outras engenhocas que pra ele são de outro mundo!
Eu me lembro perfeitamento quando celular era coisa de gente muito rica e era do tamanho de um tijolo, quando se aprendia DOS no curso de computação e se fazia aula de datilografia.
Nas aulas de diagramação da faculdade era tudo com folha milimetrada, estilete e tesoura e quando a gente consegui usar o computador internet não existia, era só pra editar textos e imprimir nas impressoras matriciais.
Quando eu comecei a trabalhar como jornalista tinha telex na redação e as notícias todas vinham por fax! Um único computador tinha acesso à internet e só podia ser usado em pesquisas especiais e olha que não faz tanto tempo assim.
Em pouco mais de uma década fomos imersos em tanta tecnologia que nem nos damos conta e nossas crianças já nascem vendo tudo isso com a naturalidade que víamos a TV colorida!
Também encontrei álbuns de fotos que eu julgava perdidos, da minha adolescência e da fase universitária, assim como do nascimento e primeiros passos do Enrico. Foi como achar um tesouro, revivi cada momento com uma gostosa saudade e para isso não precisei de tecnologia nenhuma.

Viva a inovação, mas sem esquecer a simplicidade.